Azulejos da cidade, numa parede ou num banco, são ladrilhas da saudade vestida de azul e branco. Bocados da minha vida, todos vidrados de mágoa, azulejos, despedida dos meus olhos, rasos de água. À flor dum azulejo, uma menina do outro, um cão que ladra e um pastor. Ai, moldura pequenina, que és a banda desenhada nas paredes do amor. Azulejos desbotados por quanto viram chorar. Azulejos tão cansados por quantos vira m passar. Podem dizer-vos que não, p rncrmnr berrko podem querer-vos maltratar: de dentro do coração ninguém vos pode arrancar. À flor dum azulejo, um passarinho, um cravo e um cavalo de brincar um coração com um espinho, uma flor de azevinho e uma cor azul luar. À flor do azulejo, a cor do Tejo e um barco antigo, ainda por largar. Distância que já não vejo, e enche Lisboa de infância, e enche Lisboa de mar. Carlos Do Carmo Fado Dos Azulejos songtext Suchen mit Google Carlos Do Carmo Fado Dos Azulejos liedtext Finden Sie mit Yahoo Carlos Do Carmo Fado Dos Azulejos songtext | | |