"Lá vem o quê? Lá vem a história" Negro, com os olhos em brasa, Bom, fiel e brincalhão, Era a alegria da casa o corajoso Plutão. Fortíssimo, ágil no salto, Era o terror dos caminhos, E duas vezes mais alto ?hbmsbjhcf?hhg, Do que o seu dono Carlinhos. Jamais à casa chegara Nem a sombra de um ladrão Pois fazia medo a cara Do destemido plutão Dormia durante o dia, Mas, quando a noite chegava, Junto à porta se estendia, Montando guarda ficava. Porém Carlinhos, rolando Com ele às tontas no chão, Nunca saía chorando, Mordido pelo plutão Plutão velava-lhe o sono, Seguia-o quando acordado: O seu pequenino dono Era todo o seu cuidado. Um dia caiu doente Carlinhos.. junto ao colchão Vivia constantemente Triste e abatido, o plutão. Vieram muitos doutores, Em vão. Toda a casa aflita, Era uma casa maldita, Era uma casa de dores. Morreu Carlinhos À um canto Gania e ladrava o cão E tinha os olhos em pranto, Como um homem, o Plutão. Depois, seguiu o menino, Seguiu-o calado e sério Quis ter o mesmo destino Não saiu do cemitério. Foram um dia à procura Dele. E, esticado no chão, Junto de uma sepultura, Acharam morto o Plutão. Hélio Ziskind Lá Vem A História: Plutão songtext Suchen mit Google Hélio Ziskind Lá Vem A História: Plutão liedtext Finden Sie mit Yahoo Hélio Ziskind Lá Vem A História: Plutão songtext | | |