Mais um sureño que se orgulha das origens Tenho puer berço meu sagrado chão fronteiro Cruzando as léguas do rio grande de allá Abri porteiras no meu mundo de campeiro. Um par de estrelas cantadeiras nos garrões O aba larga, o campomar prá o tempo feio, bmfp!rjj co?ffc. Moldam a estampa do centauro das estâncias Quando eu e o pingo nos unimos pelo arreio. Refrão: Nestes galpões enfumaçados da fronteira Pitando um baio cevo um mate de "yerba buena" E, satisfeiro, ao recorrer as semarias É que agradeço pelo dom de ser torena. Domas, esquilas, alambrados e tropeadas, Revelam o bronze com a suor de sol-à-sol E o timbra macho de "eira boi, forma cavalo", Durante as charlas se traduz num portunhol. Força no braço para o laço e o marca-touro, E um desempenho com perícia na encilha Sou tapejara dos embates do destino Que só a prenda com carinhos põe rendilha. Crioula essência de gaudério e pêlo duro O martin fierro é a minha referência Apaisanado na fusão de duas pátrias Tive outorgada a fronteiriça procedência. Refrão João De Almeida Neto Fronteiriça Procedência songtext Suchen mit Google João De Almeida Neto Fronteiriça Procedência liedtext Finden Sie mit Yahoo João De Almeida Neto Fronteiriça Procedência songtext | | |