Transportei - me ao tempo largo Dos tribais e tolderias, Poder que tem a poesia De ir onde a lama implora, Alma que vem e que chora - Com saudade do seu tempo- É a mesma alma do vento Que nunca sabe onde mora Desencilhar - tempo novo- è acordar primavera, Ressuscitar as taperas ,nofs.,?imljoopj Quinchadas pela existência É despertar muita ausência E andar sovando badana Numa milonga pampeana -Saber a voz da querência- Veja a luz da minha estrada Refletir na estrela antiga Do meu picaço que abriga Florão de lua na fronte E sabe dos meus repontes Por andar há muito tempo Seguindo o rumo do vento Que sopra os meus horizontes E aqui estou – tempo velho- Cruzando o portal da vida Quem sonha buscar guarida Sabe os motivos que imploro, Sabe dos versos que choro Com saudade do meu tempo Por ter a alma do vento Também não sei onde moro Porém eu sei dos andantes, Suas almas e seus medos, Das lágrimas e segredos Que habitam as madrugadas Porque a vida é uma estrada, Passo -a - passo pelo vento, Onde só a mão do tempo Sabe o fim da caminhada Lisandro Amaral Milonga De Tempo E Vento songtext Suchen mit Google Lisandro Amaral Milonga De Tempo E Vento liedtext Finden Sie mit Yahoo Lisandro Amaral Milonga De Tempo E Vento songtext | | |