Quanta saudade dos antigos matadouros, Da vaca prenha abatida sem perdão, Dos bezerrinhos que gritavam em agonia, Do sangue quente espalhado pelo chão. Quanta saudade das mosquinhas varejeiras, Dos velhos tempos de mulheres e homens sãos, Dos viadinhos pendurados no curtume, Do jeito simples de viver uma paixão. Vem cá, meu bem. Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol. ,pg.jj.rgpdppso Aí então, vou te mostrar o amor pungente Dos animais. Ah! Ah! Ah! Quanta saudade dos antigos açougueiros, Da alegria em cortar, esquartejar, Da carne seca pelo sol do meio-dia, Desse sertão que até parece ser tantã. Quanta saudade do vermelho mais vermelho, Do cheiro podre de carniça pelo ar, Do vento forte que abre todas as porteiras, Da estrebaria, do chiqueiro, dos currais. Vem cá, meu bem. Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol. ,pg.jj.rgpdppso Aí então, vou te mostra o amor pungente Dos animais. Ah! Ah! Ah! Rogério Skylab Matadouro songtext Suchen mit Google Rogério Skylab Matadouro liedtext Finden Sie mit Yahoo Rogério Skylab Matadouro songtext | | |